Como é calculada a taxa de juros de um imóvel financiado em Teresina (PI)

Como é calculada a taxa de juros de um imóvel financiado em Teresina (PI)

O sonho da casa própria foi algo que, desde sempre, motivou muitos brasileiros a adquirirem uma condição financeira superior e, por meio desse maior aporte, financiar um imóvel que integrasse seu patrimônio. Em meio à desigualdade social que, ao longo do século passado, pôde ser mais escancarada, o cidadão perdeu muito da ambição que correspondia ao desejo de adquirir bens. Afinal, as oportunidades oferecidas pelo nosso mercado de trabalho não eram condizentes com grandes projeções profissionais, visto que não havia uma oferta consolidada de emprego devido ao consumo reprimido.

Com menos dinheiro no bolso, as pessoas sentiam-se mais inseguras a rumarem ao mercado e, posteriormente, realizarem aquisições que, futuramente, poderiam ser comprometedoras, favorecendo endividamentos. Cenário esse que, inevitavelmente, desencadeou o fechamento de negócios, responsável pelo alavancamento do desemprego e servindo de válvula propulsora para uma crise ainda mais prejudicial ao consumidor. Miséria, fome e pessoas desabrigadas foram um indicativo de que, urgentemente, o Brasil carecia de mudanças.

O comportamento do consumidor visando melhor condições de vida

E, mediante a chegada do século XXI, o cidadão privilegiou-se dessas mudanças em nosso país. Através de mecanismos econômicos que, visando maior equilíbrio social, possibilitaram perspectivas otimistas aos pertencentes das classes C e D, a demanda por imóveis próprios registrou um avanço além da expectativa. Em razão desse novo comportamento do consumidor, cuja intenção implicava em vislumbrar melhores condições de vida, a oferta imobiliária identificou a necessidade de se adequar a movimentação do brasileiro, disponibilizando imóveis que viessem a proporcionar experiências singulares.

Na medida que as casas à venda em Teresina espalhadas por nosso território faziam-se cada vez mais presentes, o cidadão sinalizava positivamente sobre a possibilidade de investir e, sem hesitar, estabelecia um contato com as imobiliárias, a fim de finalizar negócios. Reflexo da tendência que retratamos a partir dos anos 2000, o índice de brasileiros que desfrutam de uma casa própria é o maior que o país já pôde exibir. De acordo com o IBGE, 85,6 dos imóveis próprios são casas, enquanto 14,2% consistem em apartamentos.

A preferência do consumidor em adquirir um imóvel

Porém, engana-se quem imagina que esses empreendimentos estejam 100% quitados. Artimanha utilizada em prol do indivíduo que não reúne as credenciais financeiras ideais para a aquisição de um novo lar à vista, o financiamento oportunizou maior bem-estar, autoestima e segurança para aqueles que se beneficiaram dele, uma vez que, morar de aluguel, está longe de tornar-se a prioridade do cidadão.

Isto porque, os atrativos de ser um locatário se relaciona à prerrogativa de mudar de imóvel quando você bem entender, e só. Vantajoso mesmo, da ótica do consumidor, é comprar uma casa/apartamento e, buscando adequar o local conforme suas necessidades e desejos, moldar o espaço da maneira mais apropriada ao seu gosto, deste modo, residindo em seu patrimônio pelo período que desejar, sem que se preocupe com cumprimentos de contrato. No entanto, é natural que, deparando-se com a chance de elevar seu padrão de vida, o consumidor acabe optando por investimentos arriscados, cujo impacto negativo em seu bolso pode ser constatado em longo prazo. E, quando tratamos da aquisição de imóveis, não é diferente.

Aprenda a calcular os juros do seu imóvel financiado

Contemplados por financiamentos imobiliários, a ausência de planejamento financeiro acaba desconsiderando os valores atrelados às mensalidades do negócio. Por isso, é vital que você atente-se aos juros quando for procurar uma casa ou apartamento para vender em Teresina. Com base no exemplo que apresentaremos, você expandirá seu conhecimento sobre o tema e, sendo assim, garantirá aquisições mais prudentes. Os juros são calculados da seguinte forma:

Vamos supor que você adquira um imóvel de R$500 mil, em 360 meses, com taxa de juros de 10% ao ano. Sem os juros, o valor a ser pago mensalmente corresponderia a R$ 1.388,88. Porém, é necessário acrescentar os juros na operação. De modo que os juros, cujo valor é de 10% ao ano, sejam fracionados mensalmente e, com isso, inseridos na parcela, dividimos 10 por 1200, resultando em 0,008333% ao mês de juros. Posteriormente, multiplique o preço do imóvel de R$500.000, por 0,008333, que sua prestação mensal será de R$ 4.166,66, durante o prazo estabelecido.

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